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Bispo do Rosário na Bienal de São Paulo

Começou no dia 7 de setembro a 30ª Bienal de São Paulo – A Iminência das Poéticas, no Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera. Este ano a Bienal traz obras de Arthur Bispo do Rosário (20 de fevereiro de 1909 – 05 de julho de 1989), que passou mais de 50 anos internado na Colônia Juliano Moreira, onde produziu as 340 obras que podem ser vistas até o dia 9 de dezembro. A entrada é gratuita e a bienal funciona às terças, quintas, sábados, domingos e feriados das 9h às 19h (entrada até às 18h); quartas e sextas das 9h às 22h (entrada até às 21h); a Bienal fecha às segundas-feiras.

Para saber mais sobre a 30ª Bienal de São Paulo acesse: <www.30bienal.org.br>

Mais Bispo do Rosário

No último dia 8 de setembro, Wilson Lázaro, curador do Museu Bispo do Rosário, lançou uma edição especial, pela Réptil Editora, da primeira publicação do livro “Arthur Bispo do Rosário – Séc XX” (a primeira edição havia sido lançada há seis anos). O livro traz 29 novas imagens, além de prefácio de Louise Bourgeois e texto inédito de Luiz Peres Oramas, curador da 30ª edição do evento. Segundo ele, o fato de Bispo ter sido uma figura periférica e ter sua obra centrada na invenção da linguagem vai de encontro ao “A iminência das poéticas” e a proposta desta Bienal, que é ir contra o que ele chama de “sociedade de consumo artístico”.

Fonte: Portal Terra

Cães-guia

“Alento para os mais de seis milhões de brasileiros deficientes visuais. Com carimbo do Inmetro, o governo federal se organiza para construir sete centros dedicados a instrutores de cães-guia até 2014. O primeiro fica de pé ainda este mês, em Camboriú.

Hoje há apenas dois – um em São Paulo e outro no Rio – habilitados para a tarefa. A medida pretende, também, melhorar a vida dos instrutores, que precisam até se deslocar para outros países em busca de capacitação.”

Fonte: O Estado de São Paulo, 08/09/12.

Jogos Paralímpicos

O Brasil conquistou 43 medalhas nos Jogos Paralímpicos de Londres (21 de ouro, 14 de prata e 8 de bronze), alcançando a 7ª colocação no quadro de medalhas este ano. Com esta marca, superou as 16 medalhas de ouro de Pequim, quando ficou na 9ª colocação geral, além de ter atingido a meta planejada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Novo recordista paralímpico do Brasil


O nadador Daniel Dias fez história em Londres. Com seis medalhas de ouro superou a velocista Adria dos Santos e o nadador Clodoaldo Silva, se tornando o maior medalhista paralímpico do país em todos os tempos. Agora Daniel tem 15 conquistas (10 ouros, 4 pratas e 1 bronze).

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